ESTATÍSTICA DIÁRIA

ADMIRADORES DAS IDEIAS

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A INSPIRAÇÃO DIVINA


A Claudia dos Santos


Oh, Senhor Onipotente!
Meus versos são tua Luz
Em nome da inspiração
A qual sempre me conduz
Pra falar de teu Amor
Revestido de Louvor
Que meu poema produz.

O ato de ser Poeta
Tem Teu dedo, a Tua mão
Mesmo que eu use a mente
Tu estás na direção
À frente do meu querer
Sempre sinto o Teu poder
Guiando o meu coração!

Sei que me guias agora
Oh, Espírito de Deus!
Para exaltar o Teu nome
Àqueles que não são Teus
Pra sentir a Tua presença
E em Ti vivam a crença
Dentro dos corações seus!

Quão fácil é te seguir
Pois Tu não exiges nada
Mas preso a este mundo
Há tanta vida enganada
Dizendo: DEUS É FIEL!
Mas seguem outro papel
Desviados da jornada.

Cristo, dos Dez Mandamentos
Vós transformastes em dois:
Amar a Deus sobre tudo...
(Agora, sempre e depois)
E ao próximo como a nós...
Então, calo a minha voz
Onisciente Vós sois!...

Conheceis nossos pecados
Que todos nós cometemos
Cientes e inconscientes
Mas em Vós sempre nós cremos
Vimos Vos pedir perdão
Contritos de coração
Pra que em Vós nos Salvemos!

19-02-2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

LAÇOS EM NÓS












Ah, quanta transcendência
Há dentro do meu ser
Por razões de tantas vivências
Inusitadamente harmonizadas
Em ti e por ti...
Entrego-me pela liberdade
De ser feliz
Porque felicidade
É saltar do ápice
Em queda livre
Em busca do amor...
Amar é desconhecer limites
De entregar o corpo a alma o ser
Para viver intensamente
O infinito de ti em mim
Sentindo-nos laços
Em nós!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

LUZ LITORÂNEA



Sinto em meu peito saudade
De minha querida terra natal
NATAL  coincidência é seu nome
Situada em um litoral
Em meu quarto faço de tudo
Procurando nunca ficar só
Lembro da pacata cidade
Minha infância, meu Igapó

Simples, mas arborizado
Com aspecto de interior
E lindo a molecada no sítio
E namorados repletos de amor
Aos domingos vamos à missa
Depois, passeamos na praça
Nos divertimos nos parques
E assim, passa aquele dia de graça

As noites em seu silêncio
Ouvimos deliciosos suspiros
Ventos que sopram nas árvores
Canções de pequenos grilos
Aurora, o sol no horizonte
Um bem-te-vi começa chamar
Gente, gente, gente
Tá na hora de ir trabalhar

RN  é um pequeno elefante
Camuflado no canto do Brasil
Lamento quem nunca o estudou
Nunca foi lá e nunca viu
Sol, rio, mares, dunas
Essência de sua beleza
Edificada pelas mãos divinas
Denominada natureza

Estabilidade de temperatura
Pelo vento com a sua brisa
Se bronzeam os mais lindos corpos
E, acima de tudo, se suavizam
Eu amo a minha terra Natal
Como, também, os tais turistas
Que à tona, ficam encantados
Por mais uma de suas conquistas

Desabrochou uma nova luz
Que ilumina o meu litoral
É o sol, o sol quem conduz
A minha querida terra NATAL


Do livro Dendroclasta - M. C. Garcia - São Paulo - 1988.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

MINHA TERRA NATAL, NATAL


 

Vou contar algo pra ti
Mas que fique só pra si.
Sou potiguar que vem do poti
Conheço a serra do cabugi
Moro às margens do Potengi
Nele se pesca siri
Se encontra juriti
Se caça jabuti;
Mamãe se chama Iraci
Apelidam de Boti;
Minha irmã é Marli
Chamamos de Lili
Seu filho faz pipi
O trem faz piuiii...
Meu colega é Jurandi
Meu primo é Irandi
Tem um cachorro tupi
Outro jupi
E um outro guarani,
Quando os chamam Falam: kiiiikiiikii...
E logo chega o tri.
No sítio tem sapoti
O caju novo é maturi;
As rádios são poti
Traíri
E cabugi;
As praias  são jiqui
Pitangui
E Pirangi.
Hiii...
Mas são tantos iiiii...
Que acho melhor parar por aqui
Se não vão pensar, que estou de ti-ti-ti.

do livro Dendroclasta  de M. C. Garcia - São Paulo,1988.